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O incentivo a pesquisa, extensão e inovação é uma das prioridades do Instituto Federal de Sergipe (IFS). Prova disso, é a participação da instituição no Programa Ciência sem Fronteiras, que promove o intercâmbio para alunos de graduação, pós-graduados, tecnólogos, doutores e pós-doutores, interessados em estudar e estagiar fora do país.
Com a tese “Modelagem ambiental da bacia hidrográfica do rio Poxim” a professora do IFS – Campus São Cristóvão, Marinoé Gonzaga, foi selecionada através do Ciência sem Fronteiras para realizar um estágio doutoral na Universidade Técnica de Lisboa, em Portugal. Animada com a viagem, ela conta que a expectativa é grande. “Espero que essa experiência possa contribuir para o desenvolvimento da minha tese e também pretendo ampliar a pesquisa, trabalhando com especialistas na área. Além de buscar parceiras entre a universidade e o instituto”, afirma Marinoé.
A professora ressalta a importância do IFS nesse projeto. “Tanto a direção do Campus São Cristóvão quanto a Reitoria me ofereceram todo o apoio nessa jornada. Que os conhecimentos adquiridos durante o estágio enriqueçam meu trabalho no instituto”, disse.
O reitor do IFS, Ailton Ribeiro de Oliveira, destaca que a pesquisa aplicada é um dos objetivos da instituição. “Entre os objetivos dos institutos federais está à pesquisa aplicada e direcionada às necessidades da região. E o IFS tem grande interesse em trabalhos relacionados à preservação do meio ambiente, ações que possam reduzir os danos causados pelo homem e colaborem para o desenvolvimento sustentável da região”, considera o reitor.
Ciência sem Fronteiras
O programa Ciência sem Fronteiras é fruto do trabalho conjunto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Educação (MEC), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Entre os principais objetivos do programa estão à formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores instituições de ensino e de pesquisa do exterior e a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros em outros países.
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