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CONSCIÊNCIA NEGRA

O Campus Propriá celebra o Dia da Consciencia Negra com Bibliocine

Escrito por MARIA GREYCE DE OLIVEIRA BARROS | Criado: Quinta, 22 de Novembro de 2018, 17h04 | Publicado: Quinta, 22 de Novembro de 2018, 17h04 | Última atualização em Sexta, 23 de Novembro de 2018, 17h23

WhatsApp Image 2018 11 20 at 13.59.11No último dia 20 de novembro, os alunos do Campus Propriá participaram de uma sessão do Bibliocine em celebração ao Dia da Consciência Negra, asisstindo ao filme "Quanto Vale ou É por Quilo?".


O Dia da Consciência Negra costuma ser celebrado em escolas, universidades, centros culturais e outros locais, como uma valorização acerca do que os negros fizeram pelo Brasil, como também do que já conquistaram, igualmente como uma forma de relembrar que o país ainda precisa trilhar muitos caminhos para tornar a nossa sociedade verdadeiramente igualitária.

O desenvolvimento de diversos aspectos sociais, políticos e culturais do Brasil puderam contaram com a colaboração dos negros, porém, eles ainda enfrentam grandes desafios quanto à discriminação e falta de oportunidades, tanto sociais quanto profissionais.

Nesse propósito de conscientizar a comunidade sobre a importância do Dia da Consciência Negra, a Biblioteca Florisval Santos, do Campus Propriá, realizou uma sessão do Bibliocine com o filme "Quanto Vale ou É por Quilo?", promovendo uma análise critica acerca da situação do negro na sociedade, despertando os alunos para seu papel social, tanto como indivíduo quanto como cidadão. Durante o evento também houve o sorteio de brindes para o público presente.

A obra

Quanto Vale ou É por Quilo? é um filme brasileiro de 2005, do gênero drama, dirigido por Sérgio Bianchi. O filme faz uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que formam uma solidariedade de fachada.

Segundo a bibliotecária Alexsandra Aragão, "como mulher, negra e originária de uma família pobre de Salvador, pude acompanhar de perto a luta diária e incessante pela conquista de uma vida melhor. Hoje graças as oportunidades que tive, entre elas a possibilidade de ter me graduado em uma universidade pública, consigo identificar o meu papel dentro de nossa sociedade, e tento ao máximo desempenhar minha função quanto cidadã, profissional e servidora, propondo despertar em nossos discentes essa mesma consciência, estimulando a empatia pelos nossos semelhantes. O dia da Consciência Negra precisa ser entendido como um grito pelo direito igualitário, e pela responsabilidade que nossa sociedade possui em reparar os mais de 300 anos de subjugação de uma raça".

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